sábado, 18 de maio de 2019

CAUSAS E CAUSOS - O EVENTO DO FÓRUM DA CIDADE JUDICIÁRIA DE CAMPINAS



Meu neto Rafael e meu grande amigo Alberto
Moura Filho, protagonizando o conto "O Ve-

lho e Menino". Ao lado, trecho da crônica
inserido na orelha dianteira do livro.
Então veio a meia-noite e as sirenes anunciaram a chegada do Ano Novo. Todos se confraternizaram. E o velho e o menino, os dois extremos da vida, também brindaram um com o outro. O velho com uma taça de champanhe que lhe deram, com a ordem de ingerir apenas um gole. O menino, com um copo de leite que ele tinha escolhido, investido no pleno exercício do livre e precoce arbítrio. E o amor fraterno reinou naquela sala, naquela noite, entre velhos e moços, homens e mulheres, crianças e adultos, afastando, por momentos, as diferenças, a incompreensão, o desencontro e a sensação de solidão que cada ser humano experimenta e carrega, por vezes, neste mundo.”  (O VELHO E O MENINO).



Boa tarde amigos,

No último dia 09 de maio, sempre prestigiado pelo meu amigo de tantos anos, Luiz Antonio Alves Torrano, Juiz Diretor do Fórum da Cidade Judiciária de Campinas, recebi amigos de todas as tribos, no hall do Bloco A daquela Corte de Justiça, para autografar o livro Causas e Causos, tomo III, editado recentemente pela Pontes Editora. A presença de tanta gente que eu estimo e que devota, por mim,  igual carinho, me deixou feliz e acolhido. Além desses, destaco minha mulher e companheira,  Mara Furlan Miguel,  responsável por grande parte das providências e pela arrumação do ambiente, incluindo a mesa que me foi reservada para os autógrafos; a sobrinha e afilhada, Luciana Bressan, o sobrinho Carlos Eduardo Miguel e sua esposa Vanessa Miguel,  meus irmãos Laila Miguel Bressan e Antonio Miguel e os cunhados Gianfranco Bressan e Cláudia Valim Cortês Miguel mais a trupe dos Schmidts, (o Renato, o Ricardo, a Elisete, o Alexandre e a Mariana e suas queridas filhas Ana Julia (a Ju) e a Ana Lara (a Larinha), sogros, cunhados e sobrinhas, respectivamente, de minha filha Samira, igualmente presente e  atuante no recebimento dos convidados. Eles  formaram o bloco dos parentes que taambém fazem parte inseparável de minha pródiga vida familiar e afetiva. 


Tânia Meira Barros veio trazer o seu
abraço afetuoso.
Tinha lá uns “engasga gatos”, expressão emprestada de meu queridíssimo doutor José Augusto Marin, Desembargador aposentado, ex-professor do qual fui assistente no começo de minha carreira no Magistério Superior, para serem engolidos como tira-gosto,  com um copo de suco, água ou uma taça de espumante, ingeridos entre a espera e os bate-papos. Meus mais sinceros agradecimentos a todos que ali estiveram,  à Margareth da Editora, à Cida e ao Fernando da Cantina e seus incansáveis colaboradores e o pessoal da Apamagis e da Administração do Fórum que muito auxiliaram na divulgação e realização do evento. Publico hoje algumas fotos do evento. Outras divulgarei nas próximas postagens.

Gabriela, a querida Gabi, advogada, e seu pai, o
 o Juiz da 3a. Vara da Família de Campinas, 
 Venilton Cavalcante   Marrera.


Célia Vasconcelos de Souza e Cármino Antonio
de Souza, médico, pesquisador e professor, com
a neta,  a linda Maria Clara de Souza.






A Procuradora da Universidade Estadual de   -

 Campinas, Cláudia Alface.
O advogado Marcelo de Castro Silva

entre o casal Telma Guimarães e Cleso
Castro Andrade, ela destacada escritora
de literatura infantil; ele médico oftal-
mologista.



quarta-feira, 15 de maio de 2019

CAUSAS & CAUSOS TOMO III LANÇAMENTO E GUARANI NA SÉRIE B


Boa noite, amigos:


 Imagem de Letícia Martins, o meia-atacante Arthur Rezende
emprestado pelo Boavista ao Guarani e que vem se destacan-
do nos treinos e nos jogos. Foi dele um dos três gols bu-
grinos na vitória de 3 a 2 sobre o Vitória da Bahia.

 °  Quem viu o jogo do Guarani contra o Vitória, na segunda-feira à noite, no Brinco de Ouro da Princesa, deve ter chegado à conclusão que o lateral bugrino, Lenon, há muito tempo fora do time, sem condições ideais, suponho, de jogo, tem lugar nesse time em qualquer posição. Dele saiu o cruzamento certeiro para o primeiro gol do Bugre, por Diego Cardoso, numa pixotada do goleiro adversário. A apertada vitória por 3 a 2 serviu para algumas conclusões que me parecem indiscutíveis. A equipe é fraca e precisa urgentemente de reforços em várias posições, antes que se pense em dar a ela um padrão de jogo. Carências na defesa, no meio de campo e no ataque são visíveis. A solução caseira pode e deve ser tentada, diante da falta de recursos e de escassez no mercado. Matheusinho, já promovido para a equipe principal, e que vem jogando como titular é, sem dúvida, uma boa solução, ao lado do meia, Arthur, que nos lampejos de lucidez do time – raros diga-se de passagem – nos três jogos até aqui da série B, mostrou que tem categoria para suprir a ausência de um meia de criação, posição carente com a saída de Thiago Ribeiro. E se Diego Cardoso não é o centroavante dos sonhos da torcida, é um dos que resolvem no ataque (e deverá continuar a resolver) se a bola chegar com alguma qualidade. De qualquer maneira, a vitória sobre a equipe baiana, que vem fazendo péssima campanha até aqui, não pode servir para tapar o sol com a peneira. A torcida está de olho no que vai fazer essa diretoria e o técnico contratado, na esfera de suas respectivas competências e responsabilidades.

Peter Panutto e André Heinemann,
Professores e Advogados.
° No dia 29 de abril, uma segunda-feira, à noite, promovi um primeiro lançamento de meu livro Causas & Causos, tomo III, no hall do auditório Dom Agnelo Rossi, do Centro de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas da Pontíficia Universidade Católica de Campinas. Ali recebi amigos, entre professores, alunos e ex-alunos da Faculdade de Direito, em ambiente muito agradável. Hoje publico algumas fotos do evento.

Eu e o Professor e Advogado Denis

Ferraz.

Os professores e amigos Pedro Santu-

ci, André Heinemann e Fábricio  Pe-
loia.
Da esquerda para a direita, Leonardo,

Aline, eu, Ana e Maria Júlia, atuais
alunos do 2º C Matutino.
Ao meu lado a simpática e compe-
tente acadêmica Rebecca Hilkner. 
Abraço aos amigos e até breve.

domingo, 5 de maio de 2019

CAUSAS E CAUSOS TOMO III - LANÇAMENTO




Boa noite amigos,

Depois de 09 anos do lançamento do livro Causas & Causos n. II (2.010, Campinas, Millenium Editora), reúno, no Tomo III, outros tantos contos, desta vez mesclando o humor com um pouco de saudosismo e reflexão sobre as coisas que vi, vivi e senti na caminhada por esse mundo. E mesmo sem ter tido a intenção de formar uma trilogia, a verdade é que quem escreve o segundo livro continuando o primeiro, acaba quase que compelido a escrever o terceiro, o último de uma suposta trilogia não imaginada. Bem, decidi assim dividir com os amigos contos que surgiram espontaneamente nos meios forenses, que frequentei em pelo  menos três circunstâncias ou condições (como cartorário, advogado, Juiz de Direito e novamente advogado) e que foram marcantes pelo desencontro e humor que despertaram, como também alguns outros, registrados na memória da minha mocidade na cidade de Campinas, que tão bem me acolheu, com os seus personagens, redutos e instituições das décadas de 60,70 e 80. 
O Professor e Procurador do Trabalho, Doutor Silvio 
Beltramelli Neto. Imagem do Youtube.
Publico, desta vez, pela Editora Pontes e o livro de 111 páginas, com prefácios do professor Doutor e Procurador do Ministério Público do Trabalho, Silvio Beltramelli Neto e de minha sobrinha, a professora universitária, Doutora Fernanda  Valim Côrtez Miguel, da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, sediada em Diamantina, nas Minas Gerais, que é mestre em Letras pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Doutora em Estudos Literários pela Universidade Federal de Minas Gerais, que muito me honraram  com a aceitação do convite e registraram, em linhas competentemente escritas, o caráter generoso direcionado a mim e à minha modestíssima obra. O livro já está nas livrarias  e também pode ser adquirido pelas livrarias virtuais.

Minha sobrinha, a Professora Doutora Fernanda Valim Cor-
têz Miguel, da Universidade Federal dos Vales do Jequiti-
nhonha e Mucuri (UFVJM), situada em Diamantina, em
Minas Gerais. Foto do Youtube.

Fiz um lançamento na última segunda-feira na Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica de Campinas, onde leciono e no próximo dia 09 de maio, a partir das 18,00 horas, marquei outro encontro no Fórum da Cidade Judiciária de Campinas, bloco A,  para receber os amigos que se animarem em me visitar.

Abraço e boa semana.


quinta-feira, 2 de maio de 2019

A MADRINHA DO SAMBA BETH CARVALHO E SEU LEGADO


Boa noite, amigos.

Em imagem emprestada do site tudo com.vc., Beth abre os -

braços para cantar o seu samba, num gesto de simpatia e --
acolhimento.  A mulher foi embora. Ficou o mito.
Das centenas e milhares de manifestações de famosos e anônimos nas redes sociais a respeito da morte de Beth Carvalho, talvez a que melhor reflita o  mérito da carreira de mais de meio século da consagrada e respeitada cantora e compositora foi o pronunciamento de Marisa Monte, para quem Beth conseguiu abrir caminho para as mulheres em meio a tantos bambas,  num mundo essencialmente masculino como o do samba. Deveras: Mulher culta da zona sul do Rio de Janeiro, consagrada numa edição do memorável Festival Internacional da Canção, defendendo, ao lado dos Golden Boys,  Andança, uma toada de Danilo Caymmi, Edmundo Souto e Paulinho Tapajós, de 1.968,  que caiu no gosto do público e  entrou para antologia da MPB[1], podia permanecer na zona de conforto da bossa nova, ritmo que ganhava prestígio internacional na década de 60.  Apaixonou-se, porém, pelo samba, como já afirmara em inúmeras reportagens, o samba urbano carioca, concebido e desenvolvido nos botequins da periferia da cidade, na vida suburbana da cidade maravilhosa e, especialmente, nas favelas espalhadas pelos morros da cidade, onde o anonimato, a pobreza e a marginalidade  escondiam o talento de sambistas que Beth encontrou, cantou e patrocinou, trazendo seus sambas da melhor cepa  para os meios de comunicação do Brasil inteiro. Madrinha sim, madrinha foi o epíteto que mais se ouviu a seu respeito. E eu complementaria afirmando que era uma fada. Uma fada madrinha que nos presenteou com memoráveis sambistas que descobriu como Zeca Pagodinho, Jorge Aragão, Dudu Nobre, Arlindo Cruz e outras celebridades do gênero. Foi a maior e mais perfeita intérprete de Nelson Cavaquinho, incluindo o seu belíssimo samba-canção, Folhas Secas, e deu vida, ajudando a popularizar a poesia de Cartola, com a gravação de uma das dez mais lindas canções brasileiras de todos os tempos, As Rosas Não Falam. Beth se impôs, portanto, como lembra a genial Marisa Monte, como mulher e como profissional, num tempo em que as mulheres não tinham espaço, nem eram reconhecidas profissionalmente não só na música é verdade, mas em todos os setores da atividade humana. Com ela o samba ficou também feminino, delicado, forte quando precisou de força, suave quando a cantiga assim reclamava. Só para lembrar alguns de seus sucessos que estão e permanecerão, por certo, na nossa, na sua e certamente na boca do povo: Andança (1.969); Folhas Secas (Nelson Cavaquinho e Guilherme Brito); Pandeiro e Viola (Gracia do Salgueiro); 1.800 Colinas (Gracia do Salgueiro); As Rosas Não Falam (Cartola); Saco de Feijão (Chico Santana); Vou Festejar (Jorge Aragão, Neoci Dias e Dida); Coisinha do Pai (Jorge Aragão, Almir Gurato e Luiz Carlos); A Chuva Cai (Argemiro Patrocínio, Casquinha); Camarão que Dorme a Onda Leva (Beto Inácio, Zeca Pagodinho e Arlindo Cruz).  Acompanhada da legião de  amigos, parentes e fãs, Beth foi velada hoje na sede do Botafogo, clube de sua paixão e o seu velório se converteu numa imensa roda de samba, em que seus sucessos foram lembrados, como ela gostaria que fossem.

Até  amigos.




[1] Nos Karaokes da vida,  Andança sempre foi uma das músicas mais cantadas em grupo, por homens e mulheres dividindo as duas partes da canção (a feminina, interpretada por Beth, e a masculina, pelos Golden Boys, um conjunto que ganhou destaque na década de 60 e 70). A música também foi e continua sendo  lembrada e cantada nos encontros de família. Na minha inclusive.

domingo, 21 de abril de 2019

CORINTHIANS TRICAMPEÃO EM SÃO PAULO E O FIM (?) DOS CAMPEONATOS REGIONAIS


Amigos,

Vagner Love, um centroavante oportunista, de carreira vito
riosa fez o gol do título corintiano neste domingo, na Arena 

Timão. Alegria e consagração com a maior torcida de São
Paulo. Imagem emprestada de Veja-Abril.com.
Algumas vozes se levantam nos últimos anos, contra a manutenção dos campeonatos regionais, invocando-se, dentre outros inconvenientes, o calendário dos grandes clubes,  cada vez mais apertado, por causa do formato do campeonato nacional, de pontos corridos e longas 38 rodadas, além da Copa do Brasil (um dos campeonatos cobiçados e que melhor remuneram os clubes e ainda abre vaga suplementar para a Libertadores) e campeonatos latino-americanos, como a Libertadores da América e a  Copa Sulamericana, sucessora da Copa Conmebol. A briga  por audiência pelos canais de TV aberta também contribuiu para que a campanha ganhasse algum fôlego, pois, tirante os clássicos, a maioria dos jogos envolvendo os chamados “grandes” com equipes de menor expressão, regionalizando demais, ao que se supõe, o interesse dos espectadores, são argumentos que conspiram contra a manutenção daqueles que foram considerados, outrora, os mais relevantes campeonatos, por causa da rivalidade local.  Esses argumentos, porém, podem ser considerados apenas “meia-verdades”. Os índices de audiência quando joga o Flamengo contra um time pequeno do Rio pelo Campeonato Carioca, ou o Vasco, não é muito menor do que aquele que envolve um Fla-Flu, um Palmeiras e Corinthians, um Internacional e Grêmio, tudo dependendo da importância desses jogos, em função dos esdrúxulos regulamentos que as federações e os próprios clubes impõem a essas competições. A Copa do Nordeste é uma experiência interessante e o Campeonato Paulista, o mais difícil e importante do Brasil, é um grande celeiro de promessas para o futebol brasileiro.  As equipes médias e pequenas precisam subsistir e a ausência em campeonatos que envolvam os grandes clubes praticamente inviabiliza a manutenção deles, cuja vocação, dentre outras relevantes, é a de  revelar e formar grandes jogadores.
Goleiro Cassio, 31 anos, ídolo corintiano, responsável por
defesas importantes durante o campeonato. Imagem em-

prestada de GoboEsporte.

Ontem assisti a uma das semifinais do campeonato paulista da série A-2, que corresponde à 2ª. divisão. Um clássico regional envolvendo o XV de Novembro e a Internacional de Limeira, no Estádio Barão de Serra Negra, em Piracicaba. Um jogaço, que terminou em 2 a 2, com a equipe da casa muito melhor e que estava vencendo até a prorrogação, quando tomou o empate e a decisão foi para os pênaltis. A Internacional, que foi campeã paulista de 1.986, venceu e obteve o acesso para a elite. O Estádio, literalmente lotado, recebeu quase 15.000 pagantes. Foi o maior público envolvendo os jogos das equipes do interior de São Paulo em 2.019, inclusive com os chamados "grandes" superando assim os pagantes do jogo Ferroviária e Corinthians, em Araraquara (12.998), pelas quartas de finais do Campeonato Paulista, que até então detinha o recorde.
Marcelo Lomba, goleiro do Internacional, que fez grandes
defesas durante o jogo da final, embora seu time tenha si

do derrotado, nas penalidades, pelo arquirrival, Grêmio
Portoalegrense. Imagem emprestada de Poker.
Hoje o Corinthians, em final contra a equipe do São Paulo, sagrou-se tricampeão paulista pela quarta vez em sua história, com uma equipe aguerrida, mas longe, muito longe de seus melhores dias e tradições. Marcante mesmo é a trajetória do técnico Fábio Carille, sucessor de Tite, que, indagado pelo repórter da Globo,   que o entrevistou no final da partida,  sobre o segredo para conquistar,  em três anos, um título brasileiro e três paulistas, respondeu que não sabia se era bom técnico, mas tinha certeza que tinha sido abençoado nessa sua trajetória.


Até mais amigos.

P.S. (1) O gol do título corintiano surgiu de um contra-ataque mortal, onde se destacou o passe certeiro de Somoza e a precisão do centroavante Vagner Love, que bateu de primeira, sem chance para o goleiro tricolor;

P.S. (2) A imprensa destacou o público presente à Arena Corinthians, de 46.000 pagantes aproximadamente, como recorde do jovem estádio. Longe, porém, muito longe do público presente no segundo dos três  da final entre Corinthians e Ponte Preta pelo Paulistão de 1.977. Nada menos do que 142.000 pagantes viram incrédulos a Macaca, de virada, vencer aquele jogo por 2 a 1, forçando a terceira partida. Bons tempos em que não havia torcida única nos estádios;

P.S. (3) Muitos dos campeonatos estaduais foram decididos nesta semana em disputa de pênaltis. Com um futebol cada vez mais competitivo, em que prevalecem a força e os esquemas táticos e, portanto, maior equilíbrio entre as equipes, as decisões de mata-matas e de campeonatos por penalidades máximas tende a ser cada vez mais frequente. Se eu fosse técnico exigiria que todos os jogadores treinassem esse fundamento, independentemente da posição de origem.

P.S. (4) A decisão por pênaltis do campeonato gaúcho conquistado pelo Grêmio sobre o rival Internacional foi um show à parte dos dois goleiros. Os ótimos Marcelo Lomba pelo Inter e  Paulo Victor pelo Grêmio  assustaram os cobradores e realizaram defesas incríveis;

P.S. (5) Os goleiros que, no passado, não eram tão valorizados, no futebol de hoje ganharam maior projeção e prestígio. São muitas vezes os responsáveis por títulos e classificações, graças a intervenções precisas e estudo do perfil dos adversários. Cássio, do Timão, por exemplo, é ídolo e  reconhecido como diretamente responsável por vitórias fundamentais da equipe.

P.S. (6) 650 clubes profissionais no Brasil, segundo o presidente do Atlético Paranaense, Mario Celso Petraglia. A Globo só vai transmitir os campeonatos estaduais até 2.020, salvo o Campeonato Paulista que, por contrato, será transmitido até 2.022. O representante da emissora afirma não ser contra os estaduais. Mas a preferência da emissora pelos campeonatos nacionais é indiscutível. Afirma-se que é preciso que o público veja o que acontece no futebol brasileiro como um todo e não se cinja ao futebol local;

P.S. (7) A hegemonia da Rede Globo na transmissão do futebol e do esporte em geral está com os dias contados. As muitas mídias eletrônicas surgidas com a Internet pulverizaram a atenção dos espectadores e democratizaram as transmissões. Não acredito, assim, que o campeonato estadual de São Paulo, por exemplo, vá acabar, nem que não seja disputado por muitas dessas mídias, para transmissão aos fiéis torcedores que não podem ir, com frequência, aos estádios.






sábado, 9 de março de 2019

CINEMA ITALIANO - DE PUNHOS CERRADOS.


Boa noite amigos,
Os atores Lou Castelo (Alessandro) e Liliane Gerace, filho
e mãe na trama, em cena do filme. Imagem emprestada de -
clubedaspipocas.
Ambientado em algum lugar não especificado, na zona rural do Norte da Itália, tendo como pano de fundo e inspiração o país pós-fascismo,  ainda recentemente devastado pela segunda guerra mundial e com grandes problemas econômicos e sociais, o primeiro longa do diretor Marco Bellocchio, I Pugni in Tasca, de 1.965, que no Brasil rodou com o título De Punhos  Cerrados e, em Portugal, numa tradução mais literal, como  De Punhos no Bolso, foi saudado na ocasião como um grande filme, de um jovem e promissor diretor, então com apenas 26 anos, que entrava para  o rol de notáveis como Fellini, Antonioni e Bertolucci.  Em branco e preto, com um roteiro bem concebido e fielmente executado, uma fotografia magnífica, belíssima trilha sonora e um montagem dinâmica e  instigante, o longa explora o desalento dos membros de  um família disfuncional, formada pela mãe viúva, (Liliane Gerace),  e os filhos, Giulia (Paola Pitagora), Alessandro (Lou Castelo), Augusto (Marino Mase) e Leone (Pier Luigi Troglio). Todos à exceção de Augusto, possuem limitações físicas e mentais. A mãe é cega e dependente; Leone é retardado e epilético; Giulia é portadora de transtorno bipolar e Alessandro (Lou Castel), o grande protagonista, com uma interpretação magnífica e visceral, é também epilético,  e psicopata. Só Augusto é normal, único que trabalha, tem planos  e administra a família, mas se sente tolhido no seu desejo de se casar (ele tem uma noiva) e ir morar na zona urbana. Leone é ignorado pelos irmãos e vive calado dentro de seu mundo. Giulia mantém uma relação ambígua, que beira o amor e o ódio,  tanto com Augusto, quanto com Alessandro, havendo em relação a este uma sugestão forte de incesto e agressões físicas e morais. E Alessandro, entre atos de depressão e loucura, permeados com as crises de epilepsia, decide que todos os membros da família devem morrer para que Augusto possa finalmente, livre da tragédia de administrar loucos e dependentes, seguir em sua vida e na execução de seus planos e sonhos. São 109 minutos que jamais se arrastam, por causa da dinâmica do transcurso dos fatos e das cenas, provocando no espectador um misto de encanto, poesia, suspense e horror, num filme de arte imperdível. Não assisti na época em que foi exibido. Vi hoje, por acaso, no canal Arte, procurando algo de bom nas dezenas de estações abertas e fechadas. E para quem aprecia cinema de arte vale a dica, com certeza.

Até mais amigos,
P.S.  O cinema desses diretores italianos da segunda metade do século passado, girava muito em torno de um dilema filosófico ligado à natureza humana: o homem e suas relações complexas com o poder e a condição social. E invariavelmente a conclusão de que a cada conquista nessa área, o homem mais se afasta de valores, resvalando para as condutas amorais, para a hipocrisia, para a autodestruição e o crime e não raras vezes para o incesto, o suicídio e o homicídio como resultado de uma degradação desses mesmos valores e do próprio sentido da vida. Dilemas atemporais e como tais sempre presentes e atuais.

sábado, 2 de março de 2019

PONTO DE VISTA SOBRE O GUARANI NO CAMPEONATO PAULISTA DE 2.019

Prezados amigos,

O meia-atacante Thiago Ribeiro, um dos principais jogadores
do elenco bugrino que, aos 33 anos, volta a jogar após su-
perar uma longa depressão. Imagem emprestada de Portal
CB.
Não vi o jogo entre Guarani e Ferroviária no Brinco de Ouro, ontem às 21,00 horas. Nem no campo, nem no Sportv que transmitiu a partida. Cheguei em casa a tempo apenas de ouvir parte dos comentários do pessoal da Rádio Bandeirantes. Soube que o Bugre fez uma partida abaixo da crítica e o resultado final de empate em 1 a 1 foi um lucro enorme para a equipe que somou mais um ponto e se manteve, pelo menos até agora à tarde, na segunda colocação no grupo A, com 14 pontos, dentro da zona de classificação e assim permanecerá por causa da derrota do Novorizontino agora à tarde. Os poucos mais de 2.500 torcedores que foram ao estádio não pouparam a equipe e a comissão técnica.  A modesta Ferroviária da Araraquara, apesar de ser uma boa equipe,  não pode impor ao Guarani, dentro de seu estádio, uma supremacia em raça e técnica que se traduziu em nada menos do que 73% de posse de bola, um gol, duas bolas na trave e grandes defesas do goleiro Giovanni, considerado o melhor jogador da partida. O Bugre, segundo os comentários e as anotações dos repórteres, não conseguiu jogar, não criou, não marcou e em resumo, foi inferior em todos os quesitos e fundamentos. Na coluna do observador e crítico de futebol, Carlos Carcani, do Correio Popular, li durante a semana que a torcida deveria jogar com o time e não vaiá-lo durante o transcorrer do jogo, reservando esse  direito incontestável para o encerramento da peleja, quando o resultado não viesse. Pois bem, a observação é lógica e realmente os apupos que se verificarem durante o jogo são negativos para a equipe, que conta com o incentivo do torcedor, especialmente quando joga em casa. Mas isso não pode servir de desculpa para as péssimas atuações da equipe neste campeonato, muito embora tenha se salvado quase sempre pela individualidade de um ou alguns jogadores, em certas partidas, pelas falhas dos adversários, em outras,  ou pela sorte. Isso mesmo, o Guarani não pode reclamar da sorte neste campeonato. Quem olhar a tabela de classificação hoje vai verificar que o Bugre, com 14 pontos em 09 rodadas, é surpreendentemente a 4ª. melhor equipe entre todas as 16 que disputam o campeonato, só atrás de Santos, que mostra o futebol mais ofensivo e vistoso do torneio e pode chegar, no caso de vitória amanhã,  a 22 pontos; do Palmeiras, um dos maiores esquadrões do país e  da ótima e equilibrada equipe do Red Bull Brasil, ambos com 18 pontos. Essa posição não pode ser contestada pelos números, mas engana no que tange à qualidade do futebol que o alviverde campineiro está jogando. A equipe, em regra, não tem padrão definido, não joga com a mesma intensidade e raça os 90 minutos de jogo, erra muitos passes quando está com a bola e não consegue marcar o adversário com eficiência. Sem verticalidade, vive dos gols oportunistas de Diego Cardoso, da categoria do meia atacante, Thiago Ribeiro, quando assume a condição de protagonista (e nem sempre isso acontece, pois ontem, por exemplo, esteve abaixo da crítica), da luta incansável de Ricardinho no meio de campo, um jogador que se movimenta e ajuda no ataque e na defesa, e, ainda,  na fase excelente por que passa o goleiro Giovanni (mérito também para seu reserva Keven, que, ao substitui-lo contra o São Paulo, fez uma partida irrepreensível na vitória bugrina por 1 a 0 em pleno Pacaembu).  Vamos considerar todas as contingências: a equipe voltou este ano para a 1ª. divisão do  Paulista, depois de amargar 4 anos na série A-2, montou a equipe toda praticamente no começo do ano, sem tempo suficiente para entrosamento e acondicionamento físico e a esta altura do campeonato está livre de qualquer risco de rebaixamento e tem chances de passar à fase seguinte. Ótimo, ou tanto melhor. Mas, gente, o Bugre não jogou bem praticamente nenhuma das partidas que disputou. Fez partida mais equilibrada contra o Botafogo (2 a 0),  em Campinas, sem convencer,  mas ganhou do Corinthians no Brinco, sem jogar bem. 
O goleiro Giovanni, de 33 anos, que passou por grandes -
equipes e veio para disputar posição com Agenor. Ganhou
a posição de titular e  vem fazendo um grande campeonato
pelo Bugre. Imagem emprestada de A Cidade ON
Em São Paulo, foi massacrado pelo tricolor e contou com a sorte e com o excepcional desempenho do goleiro reserva para acumular a segunda vitória contra um grande (1 a 0). Venceu o São Caetano, de virada, no Brinco (2 a 1), jogando mal contra um time praticamente rebaixado. Conseguiu empatar com o Mirassol fora de casa, no último minuto (2 a 2),  graças a um pênalti infantil cometido por um dos defensores. E  perdeu para Bragantino (1 a 0), fora de casa, Oeste (2 a 1), de virada no Brinco e para o Santos pelo placar mais elástico (3 a 0).  E se nem todas as quatro vitórias foram merecidas, as três derrotas mostraram melhor a diferença entre o futebol jogado pelos adversários e o da equipe de Loss, que não foi capaz até aqui de dar ao time equilíbrio, estabilidade e padrão de jogo. Vi hoje a partida entre Red Bull e Novorizontino, vencida pelo primeiro pelo placar de 1 a 0. Um jogo bom, franco, de boa qualidade técnica. O Novorizontino, mesmo derrotado, mostrou um grande futebol e apesar de estar em terceiro lugar na chave do Bugre, tem uma equipe superior, pelo menos no que diz respeito ao futebol coletivo que vem jogando. Como bugrino comemoro  os 14 pontos e a campanha que o Guarani vem fazendo. Como observador e amante do futebol, não há o que comemorar. Até aqui a equipe e a comissão técnica estão devendo. O sinal vermelho está acionado no Brinco. O torcedor sabe. E teme o futuro da equipe se não neste campeonato, no Brasileiro da série B que vem por aí, porque o retorno à Copa do Brasil neste ano durou uma partida e uma frustração: a desclassificação na derrota para o modestíssimo Avenida do Rio Grande do Sul, que segundo se noticiou estava, antes do jogo, sumamente honrado por receber um campeão brasileiro!!!!
                                                                                     
Até mais amigos.






domingo, 6 de janeiro de 2019

DISNEY SPRINGS - CENTRO E CORAÇÃO DO COMPLEXO DISNEY


Boa noite amigos,


T-REX - Bar, Restaurante,  Vendas e entre-

tenimento temático. Opção para refeições,

lanches ou compras.


 Foto do meu celular.
Curtir um espaço que se situa dentro do Complexo Disney, inteiramente aberto ao público, juntando opções de entretenimento, compras, restaurantes e lanchonetes, tudo em clima de música e magia, é, sem dúvida, um programa obrigatório ao turista que tem um mínimo de tempo, para além da tradicional curtição dos famosos parques da Disney, da Universal  e outros temáticos. Se você for em dezembro, até 05 de janeiro, dia em que se encerram as férias escolares americanas, ou até meados de janeiro,  terá a possibilidade de apreciar uma rua repleta de árvores de natal de todos os tipos, luzes e cores, num espetáculo grandioso desse gênero, que jamais vi em lugar algum. Ah, estou falando do Disney Springs, que, como já adiantei, não é um parque, mas sim o antigo Downtown Disney, hoje reformado e ampliado, que dispõe de amplos estacionamentos, banheiros públicos bem cuidados, e compreende lojas de produtos da marca do pai do Mickey e outras famosas, restaurantes e lanchonetes, temáticos ou não, e entretenimentos, em uma área que se pode percorrer em meio-dia ou um pouco mais. O complexo fica a 10 ou 15 minutos de qualquer dos parques da Disney, de táxi ou automóvel próprio, que você estaciona sem pagar nada e permanece pelo tempo que quiser, dentro do horário de funcionamento, que varia (consultar sempre qual é esse horário no dia ou ocasião em que se pode dirigir para lá com os estabelecimentos ainda abertos). A imensa loja da Disney ali instalada, contempla tudo que você possa imaginar em termos de produtos da marca, embora os preços em regra, não sejam os mais módicos (nos parques, nas farmácias, em supermercados de Orlando ou Kissimmee grande parte desses mesmos produtos são comercializados a preços menores e mais populares). 

Leila e Alberto Moura, meus amigos e companheiros de 

viagem diante do grande lago em torno do qual se espalham

as atrações da Disney Springs, apresentando o simpático
dragão todo feito de lego. Foto do meu celular.
A visita à loja, contudo, é  recomendável para que se possa ter, num único espaço, a visão desse conjunto, bem distribuído por setores, com os arranjos, as cores e a iluminação que os americanos sabem tão bem utilizar para encantar, criando aquela atmosfera de fantasia própria dos ambientes da Disney. Dentre os entretenimentos, que não são tantos ali, nem competem com os dos parques, no que tange à tecnologia e possibilidades (aqui abro exceção à loja da Lego, de que falo em seguida), há um teatro fixo com o Cirque du Soleil, no momento sem espetáculo, e um cinema AMC Disney Springs. Mas nem pensar em parar e assistir a um filme, a não ser que você faça questão de ver um longa que ainda não estreou em seu país (hoje praticamente os lançamentos são simultâneos), ou por outra razão especial. Não esquecer que de qualquer maneira você precisa falar, escrever e entender inglês muito bem para enfrentar essa opção, para mim, claro, descartadíssima. E viajar até Orlando para ir ao cinema, que você tem à disposição em qualquer shopping do Brasil, é realmente uma perda de tempo. Prosseguindo, registro que a atração chamada de Aerophile se refere a um balão, preso a um cabo de aço, que sobe e desce, sem que lhe permita propriamente uma viagem. 

Emilene Moura, irradiando sua alegria e simpatia entre as
bonecas feitas de lego. Foto do meu celular.


Como ele permanece preso, o objetivo é apenas o de subir até determinada altura e de lá garantir uma visão pulverizada e panorâmica de todo o complexo e de parte do seu entorno,  o que dura, entre subida, parada e descida,  de 10 a 15 minutos. A visão noturna, especialmente na época das festas natalinas, é muito mais interessante, porém não compete, em nível de desfrute, emoção e interesse com as atrações dos parques, tratando-se, por assim dizer,  como mero “aperitivo” de uma utópica experiência de balonismo. Há também o Splitsville Luxury Lanes, local onde se pode jogar boliche, bebericar, ouvir música e comer bem. E, para crianças e adultos aficionados (e são tantos hoje), a magna loja da Legos é uma atração para passar horas a fio. Ali, além de você poder contemplar enormes esculturas feitas com as tais famosas pecinhas plásticas e coloridas, que se encaixam, centenas e milhares dessas pecinhas soltas, de todas as cores, tamanhos e formatos, são disponibilizadas pela loja para que as pessoas se divirtam, criando coisas inteiras e até competindo entre elas. De resto, existem jogos  prontos para comercialização, com instrução de como desmontar e remontar,  e venda de peças isoladas, a serem escolhidas pelo freguês. 

Meu netão Rafael, doido por lego, exibindo uma de suas 
rápidas obras elaboradas durante a visita à loja da Lego.
O sistema lego, segundo consulta ao Google feita há pouco -  e me surpreendi com o resultado – foi criado por um carpinteiro dinamarquês, Ole Kirk Christiansen, no distante ano de 1.932 (as pecinhas àquela altura eram de madeira), parece ter se popularizado mesmo entre as crianças, adolescentes e adultos neste século e hoje virou “febre”. Particularmente considero a proposta criativa, permitindo que os “baixinhos” visualizem, concebam e realizem verdadeiras obras mirins primárias de engenharia e arquitetura. Bem, voltando ao circuito, quanto às outras opções de entretenimento, e também a de lojas e restaurantes, sugiro que o leitor consulte o site https://www-vaipradisney.com/blog/dispeny-spring-guia-completo/ da dupla Renata Costivelle e Felipe Almeida, onde vai encontrar o rol dessas opções com as impressões valiosas dos autores do blog, que trabalharam na Disney durante alguns anos e estão habilitados a fornecer dados mais precisos e, ainda, a responder dúvidas dos "marinheiros de primeira viagem".  Uma última sugestão: Lembrando muito o nosso tempero e a cozinha brasileira, existe o restaurante cubano, Bongos Cuban Cafe,  que oferece, dentre outros itens próprios da cozinha do país de Fidel Castro, arroz e feijão preto, além de carnes, por preço interessante, incluindo muita música ao vivo dos vários ritmos caribenhos e latinos, durante todo o período de funcionamento da casa (em regra das 11,00 às 23,00 horas).  Há assíduos ou ocasionais frequentadores que aproveitam  para dançar, sem prejuízo da dança dos próprios garços e artistas do estabelecimento, que mantém acesa a chama da alegria latina.  

Até mais amigos. 







                                                             


sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

SAINT PETERSBURG - FLÓRIDA - MUSEU DALI E PRAIAS


Boa noite amigos,

Escada em curva na parte interna do prédio do

Museu Dali em St. Petersburg, na Flórida.
Imagem do meu celular.
Grande programa alternativo para quem está em Orlando, com tempo livre e não quer, ou já cansou dos programas convencionais, como as visitas aos parques da Disney e da Universal, é uma viagem até Saint Petersburg, localidade americana, na costa oeste do Estado da Flórida, a 130 quilômetros de Orlando. Na mesma rota de Tampa City e tendo, pelo caminho, outra cidade litorânea  de ótimos clima, estrutura e prestígio, Clearwater, cuja praia foi considerada pelos opinantes do prestigioso site TripAdvisor a melhor praia americana no ano de 2.016, St. Pete, como carinhosamente preferem chamá-la seus cidadãos, tem o privilegio de ostentar – e não se pode deixar de ver – o museu-teatro-Dali, complexo situado numa área de 6.000 metros quadrados, com prédios de arquitetura exótica e moderna, por dentro e por fora, inaugurado em 1.982, concebidos pelo arquiteto Yann Weymouth,  e que mantêm o maior acervo das obras do pintor espanhol Salvador Dali fora da Europa.

Cartel Surrealista (Surrealist Poster), um
dos quadros do pintor.
A visita custa hoje 25 dólares para adultos, 22 para os maiores de 65 anos e 10 dólares para as crianças com idade superior a 5 anos. O Museu, além das áreas de exposição das obras - situadas no primeiro andar - das várias fases do pintor e seu companheiro de surrealismo, o belga, René Magritte,  com histórico de vida, obras e encontros, e da russa Gala Eluard Dali,  mulher e musa do pintor catalão, possui uma lanchonete bem montada no térreo e uma loja onde se encontra tudo que se possa pensar relativamente à figura excêntrica do pintor e de suas obras (livros, canecas, relógios, camisas e camisetas, gravatas, bijouterias, material de escritório em geral, etc.). 




Do lado de fora, um belo jardim com a marca registrada do pintor (o vasto bigode  voltado para cima dos dois lados). 


Dos Adolescentes (Two Adolescents), pintado no ano de
1.954.




O The Dali Theatre and Museum  Salvador Dalí Museum fica na orla central da cidade de St. Petersburg e de visita obrigatória aos apreciadores de cultura e arte.
Uma vista panorâmica da praia de Clearwater, considerada

a melhor praia americana pelos opinantes do site Trip-
Advisor no ano de 2.016. 





Até mais amigos.